Escrevi este texto a propósito de um filme que fui ver ao cinema, nas férias da Páscoa, com os meus amigos. O filme é adaptado do livro “Marley e eu”, que já se tornou um best-seller mundial, e que também faz parte do PNL do 7º ano.
A história retratada é verídica; foi escrita por John Grogan, colunista do “Philadelphia Inquirer” (Jornal Americano), que reuniu as memórias de seu cão, de raça labrador chamado Marley, para escrever o livro.
No filme, e também no livro, a personagem principal é o autor. No filme, é o famoso actor Owen Wilson o protagonista, que conta o caos e as alegrias que o seu labrador Marley lhe trouxe, e a lição que aquele cão lhe deu.
O filme marcou-me positivamente, pois ensinou-me a importância de um cão na nossa vida. Veio também aumentar a minha euforia de ter um labrador, que sempre foi o meu grande desejo desde pequeno. No filme aparece uma expressão muito famosa do livro que é:
“Um cão não se importa se és rico ou pobre, inteligente ou estúpido, esperto ou burro, da-lhe o teu coração e ele te dará o dele.”
Esta expressão indica-nos o que que é realmente necessário para ter uma boa relação com o cão. O visionamento do filme também me abriu o apetite de ler o livro, que já me tinham recomendado.
Este livro, escrito por Maria Teresa Maia Gonzalez, esconde dentro algo que impressiona quem o abre: dificuldades da vida das pessoas que, por vezes, acabam com elas… É o que tem dentro.
Uma miúda chamada Joana perdeu uma amiga há pouco tempo. Essa amiga, que se chamava Marta, envolveu- se com um grupo de adolescentes, (rapazes e raparigas), que andavam metidos na droga.
Joana, pelo que escreve no diário, é expressiva. Na história parece que gosta de um rapaz chamado Luís.
Na escola é feliz, mas na verdade é triste. Tem pesadelos com Marta e problemas familiares. A única pessoa da família que a apoiava acaba por morrer. Ela chamava a essa pessoa Ju e era a avó dela. O irmão, pelo que conta no diário, é tolo da cabeça e a mãe acaba por o pôr num psicólogo, que diz à mãe e ao pai para nunca o contrariar, coisa que vai piorar a sua família.
Joana acaba por mudar muito as suas atitudes na escola e em casa, desde que a avó Ju morreu: corta o cabelo e piora as notas.
A razão que levou Diogo a infiltrar-se na droga é a separação dos pais.
Joana começa a namorar com o irmão de Marta, o Diogo. Ele também acabou por se meter na droga.
Quando Joana descobre, fica pasmada, mas não diz nada. Ela acaba por conhecer a rapariga (Rita) que fornecia droga à Marta e agora fornece ao irmão.
Um dia, estando Joana, Diogo e Rita a conversar, Diogo acaba por se sentir mal e Rita então dá-lhe droga para ele voltar ao seu estado normal. Joana, tentada pela droga, pede para experimentar, e Rita acaba por lhe dar.A partir daí Joana acaba por consumir mais vezes.
Quando os pais do Diogo descobrem, metem-no numa clínica a fazer desintoxicação. E, quando acaba, Diogo vai viver para casa do pai e Joana nunca mais o vê.
Moral da história: nunca andes com grupos que se drogam. Podem levar-te por maus caminhos.